sábado, 4 de dezembro de 2010

A resposta de Deus

E será que antes que clamem eu responderei; estando eles ainda falando, eu os ouvirei. (Isaías 65:24)



Deus promete resposta imediata? Será que a resposta aos nossos pedidos de oração não demora demais? Que tempo é esse referido no texto?
Estas e outras perguntas vêm à nossa mente quando lemos Isaías 65, primeiro vale ressaltar que o texto profético refere-se ao tempo no qual Deus há de restaurar todas as coisas, não se trata de um tempo cronológico, sua perspectica é futura, próxima e ou mesmo tempo distante uma vez que seu cumprimento refere-se às profecias messiânicas em todos os seus aspectos, sejam temporais, físico-materiais e até esperituais e eternos. Quero destacar que quando afirmo a proximidade que o texto nos apresenta há uma fuga do tempo e uma volta aos atributos de Deus que embora seja trnscendente realça o caráter constante de sua imanência uma vez que todo o tempo está sob as vistas do Eterno, portanto, podemos concluir que o tempo não é o mais importante da profecia e sim a certeza da presença e proximidade de Deus.
A proximidade é característica da comunhão que se tem com o Eterno e, nessa comunhão há um partilhar de características do próprio Deus que traz conversão, justificação e santidade à vida do adorador (homem).
Lembre-se que o Reino de Deus, em Cristo Jesus, já está entre nós, basta ao adorador revestir-se de toda armadura de Deus, transformar-se pela renovação da mente que esta comunhão espiritual gera, para orar segundo a mente de Deus e ser atendido por Deus de forma imediata e sem tardança, uma vez que os nossos propósitos estarão em conformidade com os de Deus, pela intercessão, que não se pode exprimir, do Espírito Santo.
Não haverá mais demora, pois todas as nossas anciedades, confiança e descanso estarão nEle. Para que essa promessa seja efetiva em nossa vida é necessário manter comunhão com Deus tão somente. Viva nessa perspectiva.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Caminhos do coração::

“porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” (Mateus 6:21 ARA)O nosso cérebro é um armazém! Ele guarda (grava) tudo aquilo que queremos e até o que não queremos.
Aquilo que valorizamos fica mais fácil de gravar, e aquilo que mais acumulamos, toma conta do nosso coração (sentimentos).
Podemos entender que os sentimentos são a origem das nossas ações, mas qual é a origem dos sentimentos?
Aqui mora um segredo: “nossos sentimentos possuem origens”, podem ser memórias, situações que vivemos e as nossas preocupações.
Conforme reagimos aos sentimentos, criamos “caminhos” de escape das emoções. Fazendo uma analogia com uma praça, ou em um jardim, onde se passa mais vezes, não nasce grama. Isso explica um pouco as reações que temos. Elas acabam se transformando em reflexos, como os esportistas que desenvolvem técnicas para aperfeiçoar-se nos esportes.
O que fazer com os reflexos negativos? As reações de raiva, tristeza, angústia?
Slm 139:23-24 Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho perverso, e guia-me pelo caminho eterno.
Veja que o salmista fala em “caminho perverso”. São caminhos no nosso coração. Ligações (links) entre memória->emoção->reação.
O salmista pede a Deus que identifique os caminhos, e mostre as origens das reações, os motivos, as memórias, e assim tem onde melhorar.
Identificar as origens já é parte da solução, basta agora apresentar a Deus e pedir alternativas de como outro caminho pode ser criado ou mesmo curar alguma ferida, alguma situação que requeira perdão, ou um conserto mais detalhado.
Deus quer nos dar caminhos eternos para que as nossas emoções sejam saudáveis, vindas das fontes de vida!
Prv 4:23 Guarda com toda a diligência o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.
Para isso precisamos nos encher colocar no nosso baú novos itens, tesouros verdadeiros (louvores, palavras, pensamentos novos), alimentos do alto.
Mat 4:4 Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus.